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09 novembro, 2010

A Revolução das Mídias Sociais



Um dia você está concentrado em sua empresa, discutindo estratégias para aumentar vendas, conquistar  clientes, abocanhar uma maior fatia de mercado e, ao mesmo tempo, em algum lugar, consumidores escrevem em algum blog, rede social ou twitter a experiência que tiveram com sua empresa. 

Caso essa transação não tenha sido positiva, a mensagem que esses consumidores estarão disseminando na web para outros usuários, afetará o seu trabalho e a empresa. E o mais trágico ainda: você nem sabe disso.

Como falei no post anterior, a internet é um ambiente de pessoas conectadas  que interagem e produzem suas próprias informações. Essas pessoas criam redes sociais, onde escrevem, leem e interagem, produzindo e fomentando as mídias sociais. Essas mídias têm forte poder de opinião, que ajudam a criar ou destruir  marcas e produtos na internet.

Nessa nova era digital, onde o consumidor tem voz em tempo real, ele busca na internet informações sobre tudo e todos, antes de qualquer tomada de decisão de compra. Essas buscas são baseadas em depoimentos de amigos e usuários de redes sociais.

 O consumidor não está mais sozinho e não é mais refém de nenhuma empresa. O cliente tem a força da comunicação instantânea que a web  proporciona. As empresas que se cuidem! 

Para Erik Qualman, autor do livro Socialnomics, só há uma certeza: "é impossível que as empresas fiquem de fora das mídias e redes sociais". Ou sua empresa participa e se envolve ou será envolvida. Não há meio-termo. É fato.

 Neste sentido, é necessário que as empresas aprendam a usar as mídias sociais para obter benefícios, e a utilizem para ouvir, interagir, reagir e só depois vender para seus consumidores. O maior defeito das empresas é pensar só na venda, e esquecer que as ferramentas digitais servem para interagir.

 Muitas empresas estão fazendo bons trabalhos  nas redes sociais, porque perceberam uma forma de melhorar seus produtos e obter uma maior projeção da marca.

A ideia é aproveitar tudo de bom que a internet pode oferecer. Mas antes, escute seu consumidor. E concentre-se em interagir, comunicar-se e contribuir com algo. Quando a empresa tem atitudes voltadas para o relacionamento, os consumidores se tornam ativos. E as reclamações se transformam em  sugestões de melhorias, consequentemente, uma penetração e conexão positiva nas redes sociais.

Não deixe de assistir ao vídeo. É estimulante para àquelas empresas que ainda têm dúvidas se entram ou não nas redes sociais. Lembre-se: os clientes já estão lá!!

Denise Fraga



 

16 outubro, 2010

Internet é relacionamento direto com o cliente

A internet é um ambiente virtual de pessoas conectadas globalmente que interagem e relacionam-se em tempo real, produzindo, discutindo, divulgando  informações e conteúdo.

 A web é relacionamento direto com o  público consumidor. Também, é uma poderosa ferramenta de comunicação ao alcance das pequenas empresas.

Diante desse cenário, você, empreendedor, tente aproveite a internet como um mundo de muitas possibilidades e oportunidades para dialogar com seu mercado, fazer negócios, estreitar relacionamentos e trabalhar a penetração da marca na rede.

Na internet, o controle é do consumidor, e se a sua empresa não está lá, o cliente já está. A interatividade da web abre muitas possibilidades para as empresas falarem diretamente com os usuários dos seus produtos e serviços, compartilhando informações e conteúdos em canais de mídias e redes sociais.

Nesse mercado digital, lembre-se que o seu consumidor está conectado.  E que as classes, C e D, já são milhões na internet. Essa massa de usuários têm à necessidade de participar e dialogar com as empresas, expor suas ideias e expectativas em relação aos produtos que consomem.

Entretanto, se a sua empresa não estiver em sintonia virtual com àquele seu cliente internauta que respira internet, com certeza, ele utilizará todos os mecanismos de comunicação que a rede coloca à  disposição para propagar suas opiniões referentes a sua marca, que poderá ser positiva ou negativa, vai depender do contexto...  Então, fique atento. Fique on-line. Interaja com o mundo digital e faça bons negócios!

Denise Fraga

23 maio, 2010

Você conhece o seu cliente?

A essência de um bom atendimento é conhecer quem compra nossos produtos e serviços. Eu não estou falando de coisas óbvias, mas dos detalhes. Não dá para atender um cliente que tenha comprado por diversas vezes, umas quatro, cinco vezes e não lembrar o nome dele, profissão, ou cidade que mora. Imagina se o profissional de atendimento comentasse sobre aquela linda bota que você comprou a dois meses atrás e sugerisse um belo par de sapatos com a sua cor favorita? Excelente! Isso sim é conhecer o cliente profundamente. Quantas empresas conseguem fazer isso cotidianamente?

Você sabe quem é o seu cliente? Se relaciona com ele? Tem ideia se é empresário, funcionário público ou profissional liberal. Já pensou em como conquistá-lo? Como seu cliente quer o produto ou o serviço? Onde ele quer? Quando ele quer? O que mais compra?O que mais lhe agrada? Como as outras áreas da empresas trabalham para servir o cliente?

Pesquise, pesquise e pesquise tudo a respeito do seu cliente. Para ganhar um cliente, você precisa conhecê-lo melhor do que seus concorrentes. E você pode fazer isso administrando um banco de dados com o perfil de cada cliente. Incentive o cliente a compartilhar informações. Lógico, sutilmente, sem xeretar. Conheça seus passatempos, seu local de trabalho, data de aniversário,nome do seu cachorro,esposa e filhos, seus filmes prediletos, seu time do coração e tudo mais que o cliente esteja disposto a compartilhar.

Use tudo que estiver a seu alcance: internet, e-mail, telefone, pesquisas, reuniões, conversas pessoais e até mesmo uma simples caixa de sugestões. É certo que não basta conquistar novos clientes, é preciso agradar, manter e fidelizar os atuais, com atenção especial aqueles que sugerem e reclamam. Conheça seus clientes e eles sempre se lembrarão da sua empresa.

Denise Fraga

11 maio, 2010

Tenha boa vontade com seus públicos

A sobrevivência  de qualquer empresa independente do seu tamanho está na dependência do relacionamento com seus clientes, funcionários, fornecedores, comunidade, entidades de classes, veículos de comunição, etc. É preciso que a empresa tenha um bom relacionamento com esses públicos. Além disso, a existência de uma empresa implica, naturalmente, no estabelecimento de relações entre si e outras empresas, indivíduos e instituições.

Essas relações constituem o sistema social da empresa, e se efetivam através de um processo de trocas constantes. A boa vontade para as empresas não é somente as atitudes dos clientes em relação aos produtos e serviços da empresa, mas, também,  atitudes dos funcionários, dos fornecedores, dos representantes,dos terceirizados, entre outros. Essa sinergia é imprescindível para o sucesso da empresa e o relacionamento amistoso com todos os envolvidos.

O valor da boa vontade é mais evidente quando está ausente. A produtividade dos colaboradores é inferior aos concorrentes; alta rotatividade; falta de bons revendedores; grande volume de reclamações de consumidores e ressentimento da comunidade em relação à empresa e sua administração são sinais de insatisfação desses públicos que interagem na esfera da empresa. Já as empresas orientadas para um bom relacionamento com seus públicos ou que já trabalham essa filosofia em sua estrutura, dificilmente, enfrentam tais problemas.

Independente da realidade das empresas é fundamental manter boas relações com seus públicos. Visualizar, entender e compreender esses relacionamentos que influenciam diretamente na capacidade de sobrevivência das empresas e mais do que necessário, é indispensável para o desenvolvimento econômico da organização.

Denise Fraga

04 abril, 2010

As pequenas empresas e a comunicação com seus públicos

As micros e pequenas empresas têm grande expressão no País e dominam em todos os estados brasileiros. Formam um segmento que cresce de maneira consistente e representam um dos principais pilares de sustentação da economia brasileira. Segundo dados do SEBRAE, as MPE colaboram com 75% da produção nacional e correspodem com 16% das indústrias,34% dos serviços e 50% do comércio,constituindo 98% dos seis milhões de estabelecimento formais existentes e com 60% do emprego no Brasil.
Com a economia estável exige-se por parte das MPE competitividade, produtividade, inovação, tecnologia, qualidade em seus produtos, olhar criterioso de mercado e, principalmente, uma excelente comunicação com seus públicos.
Compreender e gerenciar a comunicação das MPE com seus clientes, colaboradores, fornecedores e comunidade é indispensável para manter um bom relacionamento e uma imagem favorável. A imagem é a consequencia de opiniões e informações relativas ao bom desempenho da empresa: bom ambiente de trabalho,bons produtos e atendimento capaz de atender as expectativas de seus consumidores.
Diante desse cenário, o profissional de relações públicas contribui no sentido de projetar uma imagem que auxilia a empresa no relacionamento com seus públicos. É um tabalho permanente, continuo e que não para nunca.